terça-feira, junho 15, 2010

Eu sei que sabes... No sonho!

Por causa do "Eu sei que sabes", sonhei contigo...
Quando ontem li a frase, e escrevi todo um texto em volta dela, nem sequer me lembrei de ti! Mas de uma maneira incontrolável, o meu inconsciente associou-te a ela, durante a noite!
Depois de acordar e durante todo o dia, lembrei-me que realmente esta é uma frase que tu usavas com frequência...
Sempre tiveste a certeza das coisas, mesmo quando estavas enganado, mesmo quando enganavas. Porque não querias sair magoado, ou porque não querias admitir que magoaste!
E usavas esta frase com o mesmo ar superior com que dizias "Amar nunca é demais", ou "És tu quem fica a perder"...


Numa noite mal dormida como a de ontem, o sonho não podia ter sido mais inquietante. Inquietante, mas agradável! Fazias parte da minha vida de uma maneira que já não fazes há muitos anos. Entraste de surpresa num curso que não era o teu, com amigos que são só meus.
Perguntei-te o que estavas ali a fazer, e respondeste-me: "Eu sei que sabes!". E eu sabia... Porque o teu olhar nunca me enganou. E detestei mais uma vez que tivesses a certeza do que eu estava a sentir! Como se me tivesses agarrada a ti sem dizeres nada! Não precisavas, porque sabias que eu sabia!
E tantas vezes eu quis ter essa tua certeza. Tantas vezes quis saber o que sempre pensaste que eu sabia...


Foi um bom sonho! Há muito tempo que não fazias parte do meu mundo. Mas ali estiveste tu, só para mim, só para me fazeres feliz...




Alguém estava ontem no espírito "Eu sei que sabes". Esse alguém nunca imaginaria a influencia que esta frase teve, sem querer, no meu dia!
Gosto quando isso acontece. Gosto quando alguém vai influenciando, aos poucos, a minha vida de uma maneira tão positiva. Por esse alguém vou olhando para trás, vou vivendo o agora, vou programando o depois. Sempre a misturar os tempos, no sonho, onde tudo é possível!

segunda-feira, junho 14, 2010

Eu sei que sabes

Alguém estava hoje no espírito "Eu sei que sabes".

Às vezes sentimo-nos assim. Cheios de certezas. Parece que não temos segredos para ninguém.

Temos este pensamento tantas vezes numa relação...


Sabemos que o outro sabe o que sentimos, o que queremos, o que gostamos, não gostamos.

Temos a certeza que está tudo esclarecido! E sentimo-nos tão bem... Sem nada escondido! Tudo certo!

Olhamos para a pessoa que está à nossa frente e não precisamos de dizer nada!


Pensamos: "Eu sei que sabes!" Mas sei mesmo? Quantas vezes estamos enganados? Quantas vezes pecamos por não garantir que o outro sabe?

Não deviamos dizer? Dizer uma vez para ter a certeza... Mostrar várias vezes...

Quantas vezes não dizemos o que sentimos, simplesmente porque pensamos "Eu sei que sabes", não preciso dizer!"


É certo que ganhamos um certo clima de suspense, quando nao dizemos tudo... Mas como vamos saber se os dois sentimos o mesmo?


Não nos acontece. também, quando estamos a esconder algo que fizemos, mas não queremos dizer em voz alta? Olhamos o outro e pensamos "Eu sei que sabes!" Porque achamos que nos conhece o suficiente para saber... Mas temos a certeza? E não é melhor admitir? "Por os pontos nos i's"?


Defendo a ideia que temos que esclarecer! Criar o suspense, mas esclarecer! Não mentir, não omitir, esclarecer!

É optimo pensar "Eu sei que sabes", estamos no patamar da segurança! É optimo pensar "Eu sei que sabes", quando é certo dizer "eu sei" em vez de "eu acho"...


Há uma musica que diz "Sei que sabes que sim". Posso canta-la quando tenho mesmo a certeza! Não hoje, não agora!

quarta-feira, junho 09, 2010

Durante toda a noite


Quantas vezes ja ouviste
"O problema não é meu!"
E outras que fingiste
O prazer que ninguém deu.
Quantas vezes reparaste
No olhar que te seguiu.
Respondeste com o corpo
Num rodar de desafio

E amanha
Vais tentar mais uma vez
Saber de alguém
Que descubra quem tu és.

Toda a noite
Toda a noite
Durante toda a noite

Quantas vezes prometeram:
"Esta é a vez diferente!"
Uma frase que ouviste
A quem só trata do presente.
E partiste pelas ruas
Porque nada te tocou,
Procuraste o impossivel
Mas ele nunca te encontrou.

E amanha
Vais tentar mais uma vez
Saber de alguém
Que descubra quem tu és.

Toda a noite
Toda a noite
Durante toda a noite

Ah! Gosto das noites de Verao!
De me perder na tua mão
Por isso eu vou...
Toda a noite!

E o toque do telemovel
Traz-te à rotina de sempre.
Se ao menos uma vez
Ele tocasse diferente...
E dormiste mais sozinha
Do que o desejo pedia.
Porque se há algo que tu sabes
Depois da noite vem o dia!

E amanha
Vais tentar mais uma vez
Saber de alguém
Que descubra quem tu és!

Toda a noite
Toda a noite
Durante toda a noite


É nova, do Abrunhosa, claro!


Veio parar aqui ao blog por causa de todas as noites felizes! Até por causa daquelas que foram interrompidas pelo toque do telemovel que chamava à rotina...

Esta música vive em quantos rapazes e raparigas de hoje?

Porque queremos as noites felizes!! Aquelas noites provocadoras, as amigas, as apaixonadas, as loucas! Aquelas que nos deixam cansados de prazer e felicidade!


Veio parar aqui ao blog por causa de todas as noites em que dormimos sozinhos! Aquelas que deixam o desejo cair... As que queriamos alguem connosco, para nos abraçar, e manter-nos acordados toda a noite, ou simplesmente para vigiar o nosso sono!


Esta musica é para todos! E para todas as noites!!

segunda-feira, maio 10, 2010


"Tita Sempre"


Foi o que escrevi na bancada da vossa barraca. E ali, o sempre fez todo sentido.


Porque conheço-vos desde sempre. Porque desde sempre que participamos da vida uns dos outros, umas vezes mais de perto, outras mais longe.


Durante as 3 noites que passei convosco, ali num lugar de total euforia, muitas palavras foram de carinho, e relembrámos tanto, e fizemos tantas promessas de amizade. Apeteceram-me abraços, e dei-os, no meio de olhares cúmplices, daqueles que se trocam com quem já se viveu muitas coisas.


Nós, sim, sempre fomos amigos. E apesar de agora não partilharmos o dia-a-dia, conseguimos ainda partilhar muitos segredos e experiências.


Convosco sinto-me segura, aconchegada, acarinhada. Sei o que esperar de todos vocês, porque apesar de tudo o que já passámos separados, nada mudou entre nós. E continuamos os mesmos, entre nós.


Tenho-vos, aos 5, no meu coração, num espacinho dedicado a cada um. Tenho-vos no meu coração como tenho na minha parede! Sim, há uma foto vossa no meu quarto, na parede das pessoas importantes. Para vos poder ver todos os dias, desejar bom dia e dizer que gosto muito de vocês!


É maravilhoso saber que não vamos desaparecer nunca!


domingo, maio 02, 2010

Coragem

Quantas vezes não fazemos as coisas só porque não temos coragem de as fazer?

Quantas vezes queríamos mesmo fazer uma coisa, e quando chega a hora falta-nos coragem?

E quantas coisas já deixamos de fazer por isso?


Estou numa de contrariar a tendência, de me contrariar, de não ter medo, de não me faltar coragem!!

Vou ficar pior se as coisas não correrem bem, ou se não as fizer?

Resolvi que não tenho nada a perder!


Posso mostrar-te o que desejo, com um olhar penetrante, sem ter medo que desvies o teu olhar.

Posso deixar-te uma mensagem no vidro do carro, sem ter medo que rasgues o papel mesmo sem o leres.

Posso dizer-te que não quero dar-te mais de mim, sem ter medo que nunca mais me fales.

Posso admitir que tenho saudades tuas, sem ter medo se também tens saudades minhas.


Resolvi que posso fazer tudo! Tive coragem! E fiz! Não perdi, porque não tenho medo!

Fico melhor assim, sabendo as consequências! E não tivesse feito o que queria, nunca saberia o que podia acontecer...


E quantas coisas vão, agora, ficar por fazer, por falta de coragem? Poucas! Pouquíssimas!

segunda-feira, abril 19, 2010

Gosto disto que temos!

Já uma vez escrevi sobre ti. Daquela que foi a primeira.

Mas quem és tu afinal?

És apenas aquele que me acolhe de vez enquando em momentos fugazes?

És apenas aquele que me faz querer parar o tempo, naquelas horas, naquele lugar?


Nunca quis que entrasses no meu coração. Descobri agora que afinal o meu coração tem espaço para muita gente.

Como uma casa onde cabe sempre mais um. Não há quartos para todos, mas na sala há sempre um bocadinho de chão onde mais um se pode acomodar.

Eu acho que tu não tens direito a uma suite grande só para ti. Mas não estás, com certeza, a dormir no chão da sala!! Porque tu aconchegas o meu coração e o meu corpo, com palavras doces, e o teu corpo!


Gosto disto que temos... Casual, intenso, feliz, sem culpa, sem obrigação. Temos responsabilidade e consciencia. Temos a saudade suficiente para que seja bom. E é bom porque transformamos horas sem significado, em momentos magnificos de cumplicidade.

E é bom porque não deixas que esteja tão só. Porque deixas que entre na tua vida de vez enquando. Sem saber muito de ti, e de mim.

Melhor por isso!!

Gosto disto que temos...

sábado, abril 17, 2010

Vale a Pena!

Vale a pena...
Valem sempre a pena aquelas horas de final de semana na tua companhia.
Fazer viagens sozinha custa. Todas as viagens sozinha custam. E por isso vale a pena a tua companhia, nem que seja apenas só, até um terço do meu regresso a casa!
Aparentemente seriam poucas horas, mas o destino quis que nos fizéssemos companhia durante mais um bocadinho. Pudemos por isso assistir à melhor parte dos dias de chuva: aquele fim de tarde dos dias de Primavera e Verão. Choveu todo o dia, mas, no por-do-sol, o céu está aberto e o sol desenha contornos brilhantes nas nuvens cinzentas, o ar pode entrar pela janela do carro sem nos arrepiar, o ambiente está fresco e nós podemos respirar profundamente, em paz!
Conversamos, cuidamos, rimos, lembramos, sonhamos de olhos abertos e fechados.
A Tatiana que esteve contigo naquelas horas, sou eu mesma! Eu própria, sincera, com todos os defeitos, qualidades e feitios. Viste bem como sou? Não consigo ser senão eu mesma, contigo! E isso é que faz com que aquelas horas valham tanto a pena.
É tão pouco o tempo que partilhamos. É tão pouco comprado com aquele que gostaríamos de partilhar. Tão pouco que arranjamos todas as artimanhas, aproveitamos praticamente todas as oportunidades.
É especial. Não é em todas as amizades que isto acontece. Vale a pena por isso! Vale a pena cada minuto!



"Gostei do que escreveste na fotografia!" Gostei de ter escrito. Foi sincero, directo do cantinho que te pertence no meu coração!


"Vale sempre a pena quando a alma não é pequena!" E a nossa é grande!!

segunda-feira, abril 12, 2010

Tenho-te sem ti

Tenho-te na escuridão e no medo. Sei que te tenho só quando não és mesmo tu!
Porque beijas e abraças de uma forma instintiva, sem pensar. Quando pensas parece que cais na realidade. E queres sem querer, não queres, querendo.
Se demorasses mais tempo a cair na consciencia, eras meu por um maior espaço... de tempo. Mas depressa te lembras onde estás, com quem estás, e quem sou eu. Nesse momento tão rápido não queria ser eu. Seria apenas aquela que desejas na insconsciencia e no instinto. E só aí te teria na luz, sem medo!
Eu não sei porque me encontro, com tanta facilidade, com homens como tu, capazes de serem, normalmente, frios com o olhar. Como se a natureza vos tivesse moldado dessa forma. Na realidade, a vida moldou-vos dessa forma.
Porque são verdadeiramente quentes, com fogo no olhar. E eu não queria que fossem tão raras as vezes que me mostras esse olhar, sem medo.
Talvez leve tempo, confiança. Talvez noutro tempo, noutro lugar. Talvez possa esperar por ti em plena consciencia. Ou talvez tenha mesmo de ser assim, e só para mim é que são raros os momentos de olhos quentes. Talvez não sejam para mim destinados.
Procurarei outros, para ver na luz. Na escuridão terei sempre os teus: claros, novos, desejosos de viver!

sábado, março 27, 2010

Corações surdos

Num livro de crónicas, hoje li algo que, mais uma vez, fez sentido. Não propriamente neste momento. Não necessariamente neste momento. Mas porque já passámos por isto, porque ainda há replicas...

O texto intitula-se Surdos do Coração, e cita também uma frase de António Lobo Antunes: "Quando um coração se fecha, faz muito mais barulho do que uma porta."


(...)

Mas o que dói mais é saber que alguém que ainda amamos, por medo e por sofrimento, nos fechou o coração. O som é igual ao de mil tambores em fúria: não vale a pena falar, não vale a pena escrever, não vale a pena tentar chegar ao outro lado, saltar o muro, enviar emissários, içar bandeiras, fazer cimeiras, apanhar aviões e levar na mão o nosso coração como presente porque ele já não o quer. Quando o outro coração se fecha, deixa de ser nosso. E quando um homem fica surdo do coração, como é muito mais prático do que uma mulher, em vez de chorar e lamber as feridas, oferece-o a outra mulher.

(...)


Não sei se foi o caso. Não sei se o ofereceste a outra mulher. Na verdade acho que nunca soubeste que muitas vezes levei o meu coração na mão, como presente. Como eu não soube que já tinhas fechado o teu coração, enquanto eu corria para ti, falava de ti, apanhava comboios e escrevia cartas sem fim...



Dói muito quando o outro coração fica surdo, porque não fica só surdo, fica mudo também!

sexta-feira, março 05, 2010

I hate you!

I want to say "I hate you!"

I want to say it, because you weren´t there!

No, you were... but you didn´t do anything.



There was a time that you were there. Along time ago, i can see that now!

But you were there, with a kiss, a hug, with your friendship and love...



I miss it, i miss you!



But now, i want to say "I hate you!"

You left without a word... You left me! Me! How could you? Why did you?



I hate you, because i can´t understand you!

I hate you, because there was a time that i loved you...

I hate you, because you are the one who make me suffer the worse pain!



And now that i need, you are not here, like you were before...

I hate you for that!



The present changed the past... It´s not fare that some people can´t move with us to the future...

But i´m moving on, without you! Hating you, but without you!